...E fazendo uma análise das questões propostas em nossa comunidade “ Fórum sobre Sexualidade”, salvo alguns posts mais ousados, uma única pessoa que assumiu ter mentido nas enquetes, e na enquete “ Todo homem é galinha?” há um paradoxal empate entre, a grande maioria, e não.
Mas analisando o contexto de que tanto o blog quanto nossa comunidade são recentes, e de que as primeiras pessoas a postarem foram amigos e conhecidos, há um certo... recalque o.O??? Hehhehe
Bom, brincadeiras a parte, nossa iniciativa tomou formas até inesperadas, e está gerando resultados ainda que pequenos devido ao fator tempo, satisfatórios. Nesse blog, uma série de questões estão sendo levantadas à partir da análise de certos discursos que ainda estão presentes no imaginário e cotidiano de jovens, homens e mulheres, que muitas vezes determinam sua forma de agir perante o grupo, o texto de base que utilizamos em nossa pesquisa – e que está disponível no link abaixo – também levanta essas e tantas outras questões à respeito das famosas diferenças, ou divergências entre os gêneros masculino e feminino no contexto contemporâneo, pra não usar “pós-moderno” das relações sociais estabelecidas.
Enfim, agradecemos à todos que nos apoiaram votando e comentando no fórum – ainda que vocês sejam um bando de recalcados!! Hehhehe – e que possamos continuar e fazer desse Blog um grande espaço de discussões e gerador de idéias que possam nos ajudar a construir um pensamento cada vez mais coerente e menos mitificado à respeito de nossas inter-relações independentemente do seu gênero ou do teu sexo ou de sua sexualidade. Tomamos como mote justamente a análise contextual dos discursos vigentes por meio da sátira, da piada, que é somente uma faceta pela qual determinado discurso é transmitido e continuado, vivemos isso em nosso cotidiano, quantos não vêem essas “piadinhas” e contam aos amigos no intervalo da aula ou do trabalho só pra descontrair?
Devemos parar de temer, o questionar, essa ferramenta que nos permite construir opiniões próprias, concordar ou não com determinado discurso ou ação, e temos o dever acima de tudo de pensar essa nova construção, esse diálogo permanente entre indivíduos, gêneros, cores, e tudo que não possa mais ser suprimido, todos os gritos de todos que se solidarizam por alguma causa e que queiram transformar sua realidade pra melhor.
Abraço a Tod@s!
quinta-feira, 19 de junho de 2008
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